• Valor Econômico

Gestoras se reorganizam com fuga para a renda fixa

Ambiente fica mais difícil para captar com Selic alta

Após o segmento de gestão de recursos de terceiros inflar nos anos de juros decrescentes no Brasil, agora parece bater um vento contra. Com a taxa Selic de volta aos dois dígitos, inflação em alta e a saída do investidor de estratégias mais voláteis para a renda fixa, o que se vê são novos movimentos de consolidação.Se antes eram principalmente os grandes distribuidores que vinham demarcando o território com a aquisição de fatias minoritárias ou investindo por meio de veículos específicos, o ciclo atual tem mais cara de reorganização do setor.

A Sterna Capital, de Bruno Magalhães, vai receber aporte de Robert Gibbins, cofundador da Autonomy Capital, com quem o gestor trabalhou entre 2013 e 2021, quando era responsável pelas áreas de juros e moedas no Brasil do fundo hedge da casa. A Atmos, tradicional casa de ações que praticamente não teve mudanças societárias desde que foi fundada, em 2009, está apoiando a criação de um novo fundo de dois sócios minoritários e que terá vida independente adiante. A gestora quantitativa Avantgarde, de Luciano França e Mario Avelar, já foi sondada por meia dúzia de instituições entre gestoras e distribuidores e avalia ceder parte do seu capital para encurtar o crescimento.

Leia a matéria completa aqui:https://valor.globo.com/financas/noticia/2022/07/13/gestoras-se-reorganizam-com-fuga-para-a-renda-fixa.ghtml

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