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Como o Brasil vai ajudar uma gigante de cigarros a se reinventar

  • Pipeline
  • 30 de abr.
  • 1 min de leitura

BAT mira startups no país em seu corporate venture capital, que já investiu em barrinhas proteicas e logística


A fabricante de cigarros British American Tobacco (BAT), dona da Souza Cruz, está colocando o Brasil como prioridade no fundo de corporate venture capital da multinacional. A companhia está reposicionando o hub global para atrair startups no país, que passa a integrar o top 3 mercados globais do veículo, atrás de EUA e Canadá.


Chamado BTomorrow Ventures (BTV), o CVC planeja realizar dois investimentos no Brasil até o fim deste ano, com cheques na casa das dezenas de milhões de reais em negócios com tese comprovada. O veículo tem cerca de R$ 3,5 bilhões em investimentos, dos quais R$ 2,2 bilhões estão disponíveis para serem alocados globalmente - a casa não possui fundos dedicados a regiões e cada investimento passa pela aprovação de um comitê global.


“Se eu fizer meu trabalho bem feito, 100% desse capital vai ser alocado no Brasil”, afirma Claudia Woods, CEO da BAT no país e responsável por levar os nomes para aprovação pelo board. Com histórico em companhias como Uber e WeWork, a executiva assumiu a fabricante de cigarros com a missão de transformar o negócio e encontrar novas fontes de receitas, diante do declínio do consumo de seu produto principal no mundo. A meta do grupo é que mais da metade da receita venha de novos negócios até 2035.

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