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Mercado Secundário de Debêntures no Brasil

O mercado de títulos de dívida privada, notadamente debêntures, evoluiu muito nos últimos anos no Brasil. Há poucos anos atrás, somente grandes corporações realizavam emissões e os tomadores (bancos e outros) geralmente levavam os títulos ao vencimento - por falta de um mercado secundário no qual pudessem obter liquidez e/ou ganhos de capital. Um mercado que era pequeno e de emissões com prazos curtos, passou a ser de mais de R$ 500 bilhões por ano, com papéis de até 10 anos. O advento dos títulos incentivados, para os setores de Infraestrutura e Energia foi um grande alavancador deste mercado - atualmente estas operações já somam 30% das emissões totais. Talvez o fator mais importante para o dinamismo do mercado secundário tenha sido a expansão das Assets (Gestoras de Recursos) independentes, operando tanto com Fundos Multimercados quando com Fundos de Crédito Privado e de Special Sits (High Yield, Distressed). Estes agentes operam fortemente no mercado de títulos ja existentes (secundário) e provem liquidez ao setor. O mercado secundário ficará mais robusto quando se puder operar “vendido” com títulos de dívida e quando se equiparar a isenção de tributos dos títulos públicos para investidores estrangeiros incluíndo os títulos de dívida privados. Por fim, quando a B3 concentrar as informações sobre negociações de títulos privados que ocorrem em diversas plataformas (mercado balcão) certamente teremos mais transparência nas negociações e um aumento na escala das emissões. (FONTE: VALOR ECONÔMICO)

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